1 de jun, 2026
A computação quântica deve representar a próxima grande revolução tecnológica da saúde — talvez maior do que a própria inteligência artificial. A avaliação é de Marcelo Braga, CEO da IBM Brasil, que destaca o potencial dessa tecnologia em acelerar pesquisas e encurtar drasticamente o desenvolvimento de medicamentos.
“Se a AI já é revolucionária, a computação quântica vai colocar isso em outra potência,” disse o executivo.
Enquanto o futuro começa a ganhar forma, a inteligência artificial já produz resultados concretos nas empresas de saúde. Na Dasa, há ganhos relevantes em eficiência operacional e redução de custos, diz o CEO Rafael Lucchesi.
“Fazemos mais de 450 milhões de exames analisados, com mais produtividade e sem necessidade de aumentar capital na mesma escala,” afirmou Lucchesi.
A principal barreira para a adoção mais ampla da inteligência artificial ainda é humana, na visão de Paulo Magnus, fundador e CEO da MV Saúde, empresa brasileira de softwares em gestão de saúde que fatura R$ 741 milhões. “Uma das coisas mais difíceis é o letramento digital das lideranças e demais profissionais de saúde,” disse o empresário.