29 de jul, 2026
Durante muito tempo, o mercado olhou para as operadoras como utilities: empresas previsíveis, donas da infraestrutura por onde passavam voz, dados e internet.
A Vivo quer desmontar essa tese. O CEO Christian Gebara diz que o objetivo da Vivo é ser a cada dia mais uma empresa de tecnologia – e menos apenas a companhia que simplesmente conecta o cliente.
“O mercado financeiro chegou a nos falar que a Vivo seria simplesmente o canudo por onde passaria todo o conteúdo e que não teríamos nenhuma outra função que não fosse conectar. Eu nunca acreditei nisso,” Gebara disse ao McKinsey Talks.
Neste episódio do videocast, Gebara e Heitor Martins, sócio sênior da McKinsey, discutem uma mudança que vai muito além das telecomunicações: a corrida para transformar empresas tradicionais em ecossistemas digitais.
Hoje, a Vivo já vende cloud, cyber, serviços financeiros, entretenimento, saúde e soluções de IoT. Esses novos negócios já representam mais de 12% da receita da companhia, com potencial de crescer nos próximos anos, segundo o CEO.
Na visão de Heitor, a tecnologia permite que empresas antes confinadas a um setor avancem sobre outros mercados – algo que tem sido feito por bancos, varejistas, empresas de saúde e telcos no Brasil e no mundo.
Assista ao segundo episódio do McKinsey Talks, uma parceria do Brazil Journal com a McKinsey. Também disponível no Spotify.