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“Bolsa americana parece cara; estamos vendidos”, diz ASA

19 de jan, 2023

O ASA Hedge foi um dos fundos multimercado mais rentáveis de 2022: fechou o ano com ganho de 39,4%. A principal tese, iniciada no fim de 2021, foi antecipar a alta de juros nos Estados Unidos. A alocação de risco do fundo migrou nos últimos meses para uma aposta na queda das ações americanas. “O cenário para a bolsa americana está muito assimétrico. Tem pouco para subir e muito para cair,” diz Marcio Fontes, gestor do fundo. Para ele, é improvável que a inflação nos EUA recue para a meta sem que haja uma retração na economia e um aumento no desemprego – e isso terá reflexos nos resultado das empresas. Suas simulações indicam que o Fed vai manter os juros elevados por mais tempo do que o precificado no mercado. Em relação ao Brasil, Fontes acredita que a incerteza fiscal e as expectativas de inflação em alta devem levar o Banco Central a adiar o corte de juros para 2024.

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