A XP Gestão vendeu mais da metade de sua posição na Via Varejo e agora tem 2,9% do capital da varejista. A informação pública mais recente mostrava a gestora com 6,7% da companhia. 

O movimento é surpreendente porque foi a XP que articulou a recompra da Via Varejo pelo empresário Michael Klein, tornando-se uma das grandes defensoras da tese dos novos controladores. João Braga, sócio da XP e co-gestor dos fundos de ações, tem assento no conselho da companhia. 

Quando o papel estava a R$ 16 e os fundos da casa tinham 87 milhões de ações, a posição da gestora chegou a valer R$ 1,4 bilhão. Agora, com o papel a R$ 5,30, a exposição reduzida está em R$ 200 milhões.

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A Duratex vai fechar suas fábricas e dar férias coletivas em breve — mas você soube antes se esteve numa live da empresa hoje de manhã.

A medida foi anunciada pelo RI da empresa durante uma reunião por vídeo com com investidores, e deve ser divulgada ao mercado nos próximos dias. Bizarramente, o executivo pediu que nenhum analista no call escrevesse sobre isso.

Controlada pela Itaúsa, a Duratex tem 16 fábricas no Brasil e mais de 12 mil funcionários.  A ação operava no azul, mas depois da teleconferência começou a ceder, em linha com o mercado, e fechou em queda de 6,7%.

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Como diz a piada, a Goldman Sachs “atualizou as configurações” do apocalipse econômico.

O banco revisou suas projeções para o PIB do segundo tri e agora diz que a economia americana vai encolher 34% no período. A previsão anterior era de -24%. Para o terceiro tri, no entanto, os economistas da Goldman esperam uma recuperação forte, com alta de 19%.

O banco também revisou para cima sua estimativa para o desemprego, que deve atingir 15% nos EUA até o meio do ano. 

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“Quer ganhar 14% em 90 dias? Pergunte-me como.”

Alguns gestores estão enxergando uma arbitragem nas ações da Biotoscana, a empresa que vende medicamentos de alta complexidade para doenças como câncer, AIDS e hepatite C.

No ano passado, a empresa foi vendida para a Knight Therapeutics, que pagou R$ 10,96 por ação aos controladores, a Advent e Essex. Na sequência, a empresa iniciou a oferta pública para adquirir os 49% restantes, negociados na B3 por meio de BDRs.

Em dezembro, a empresa pediu autorização da B3 para dar andamento ao processo e estipulou um prazo de 4 a 8 meses para a conclusão da oferta. (A partir de hoje, mais 90 dias no máximo.)

Há duas ofertas na mesa: uma que deixa 20% do valor numa escrow account, e outra all-cash a um valor de R$ 10,15 corrigido pelo CDI do período, o que dá cerca de R$ 10,40 daqui a 90 dias. 

Em seu resultado publicado ontem, a Knight colocou no balanço a dívida com os minoritários, portanto… “a chance de não acontecer é zero e tem 14% de ganho na mesa,” diz um investidor comprado no papel.

Apesar do mercado em queda, o BDR subiu 0,8%, negociando à R$ 9,20. 

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A internet of things já faz diferença na crise.  A Kinsa Health, uma startup que fabrica um termômetro conectado à internet, está medindo a evolução do número de pessoas com febre nos EUA e descobriu que, desde a imposição do lockdown, o número tem caído vertiginosamente.

Como a febre alta é um dos principais sintomas do covid-19, os dados provam que o lockdown está reduzindo o contágio. 

Os termômetros da Kinsa fazem o upload da temperatura dos usuários num database centralizado, que depois analisa a evolução do indicador. 

A empresa tem mais de um milhão de termômetros em circulação e recebe diariamente cerca de 160 mil medições.  (Nem todo mundo mede todo dia). 

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A Cogna Educação (antiga Kroton) perdeu 21% de seu valor na B3 depois de divulgar seus números de 2019.

A empresa não conseguiu atingir seus guidances de receita e EBITDA, que ficaram 4,5% e 20%  abaixo do esperado, respectivamente, segundo o BTG. No quarto tri, a empresa teve um prejuízo de R$ 168 milhões, revertendo um lucro de R$ 87 mi um ano antes.

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O que está ruim sempre pode piorar. Jeffrey Gundlach, da DoubleLine Capital, acha que a Bolsa americana vai voltar a cair em abril, ultrapassando as mínimas de março.

Gundlach acha que os analistas que estão prevendo uma recuperação em ‘V’ estão “muito, muito otimistas.”

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Para aliviar a demanda crescente sobre o sistema de saúde, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai adaptar seus laboratórios para fazer testes rápidos de coronavírus. A empresa vai disponibilizar 47 laboratórios e analisar 43 mil amostras por dia. Os resultados sairão em 24 horas.