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O Agibank é um dos bancos que crescem de maneira mais acelerada no Brasil.
Mas um desafio comum para empresas nesse estágio está em unir a forte expansão com a qualidade no atendimento – ao mesmo tempo em que se reduz os custos com a escala.
A saída encontrada pelo Agibank foi a inteligência artificial. Mas existia um desafio: como usar a AI de maneira segura e que protegesse a privacidade – e principalmente os ativos – dos seus clientes.
A resposta veio da Salesforce, um parceiro de longa data do Agibank, que já utilizava as soluções para atendimento, automação de vendas, marketing digital e a plataforma de chat.
Com o Agentforce, o banco encontrou um ambiente nativamente conectado ao seu CRM, o que eliminou a necessidade de construir integrações do zero.
Um exemplo dessa melhora apareceu no atendimento.
O time do Agibank com a Salesforce mapeou o fluxo de atendimento e percebeu que 80% das demandas eram pedidos de informação, mas que uma parte relevante envolvia conversas mais longas – em que o cliente busca contexto, clareza e, muitas vezes, acolhimento
Para isso, o Agibank treinou os agentes para responder de forma mais assertiva, evitar discursos longos e lidar melhor com momentos de tensão.
Os resultados apareceram rápido. Hoje, o banco registra 70% de retenção nesses fluxos – ou seja, de cada dez chamadas, apenas três chegam ao time humano.
O tempo de espera, que antes girava em torno de três minutos no chat tradicional, caiu para zero quando o cliente opta pelo atendimento via AI.
“O Agentforce nos permitiu uma adoção plug-and-play, segura e integrada. Tem início, meio e fim para o nosso negócio e para o nosso cliente,” disse Matheus Girardi, Chief Sales & Marketing Officer do Agibank.
Ainda há muitas dúvidas sobre como funcionam esses agentes e sua aplicação na área de serviços financeiros.
Veja aqui um guia detalhado a respeito dessa tecnologia e confira a visão de Rodrigo Bessa, country manager da Salesforce no Brasil, sobre o impacto do agente de IA na área de serviços financeiros.






