Já foi o tempo em que os indianos eram sinônimo de atendentes de call centers, ou donos de empregos com baixa qualificação.

Depois da troca de comando no Twitter ontem, pelo menos seis CEOs de grandes empresas do Vale do Silício nasceram na Índia, incluindo os do Google, Microsoft, Adobe, IBM e Palo Alto Networks.

É um lembrete de que matemática na escola faz bem, e de que os braços abertos para imigrantes só enriqueceram os EUA.

Se um dia quiser exportar mais do que soja e minério, o Brasil precisa apostar pesado em STEM — o acrônimo inglês para “ciência, tecnologia, engenharia e matemática.” 

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