Desde que assumiu o comando da Oi (como CEO interino em outubro, e efetivado no cargo em janeiro), Bayard Gontijo não teve um dia de folga, pelo menos a julgar pelas transformações na empresa desde então.
Com uma dívida líquida de 48 bilhões de reais em setembro, a Oi trabalhava com a faca no pescoço e corria o sério risco de dar um default, juntando-se à lista de empresas forçadas a renegociar sua dívida na recessão deste ano.
A mudança no comando da empresa — com a saída abrupta de Zeinal Bava depois que a Portugal Telecom perdeu quase 1 bilhão de euros num investimento mal feito em Portugal — só parecia complicar as coisas.





