O HASH11, primeiro ETF de cripto da bolsa brasileira, foi lançado há apenas dois meses e já alcança marcas impressionantes. Com média diária de R$100 milhões negociados por dia, o produto é o segundo maior ETF em número de cotistas, com mais de 118 mil investidores. 

A liquidez do HASH11 mostra que apesar da recente turbulência vivida pelo mercado, o investidor entende as criptomoedas como uma classe de ativos para o longo prazo, e vê a recente correção como uma oportunidade de entrada.

Com aproximadamente R$ 1,5 bilhão de patrimônio líquido, o produto foi criado pela Hashdex, a maior gestora da América Latina especializada em criptoativos. 

O ETF acompanha o NCI (Nasdaq Crypto Index), um índice desenvolvido em parceria com a Nasdaq. Ele possui rígidos critérios de elegibilidade, escolhendo dentre as mais de cinco mil criptos existentes aquelas que possuem maior potencial de sucesso. Assim, o investidor ganha exposição a um amplo leque de ativos digitais, mitigando riscos e aumentando sua possibilidade de retorno.

“Nesse momento da história, é muito difícil prever os projetos que terão mais impacto no futuro, por isso acreditamos que a melhor maneira de ter exposição a esse mercado no longo prazo é através de uma cesta de ativos,” diz o CEO da gestora, Marcelo Sampaio. “O NCI é o melhor índice para representar esse mercado, porque além dos critérios de elegibilidade, ele é rebalanceado trimestralmente para acompanhar a evolução do mercado.”

O HASH11 é o primeiro produto voltado ao investidor de varejo que aloca 100% do seu patrimônio em criptoativos e pode ser acessado através de qualquer homebroker. Por anos, houve uma enorme diferença entre o que era possível para investidores institucionais e o que estava disponível para indivíduos e famílias. Seria impensável para um investidor individual brasileiro replicar a cesta de ações do índice Ibovespa a custos baixos e com a eficiência fiscal que os institucionais atingem. Agora, os ETFs estão abrindo essa possibilidade para investidores em todo o mundo.

Para o COO da Hashdex, Bruno Caratori, o lançamento do HASH11 é um marco no ecossistema de criptoativos global, assim como na indústria de investimentos brasileira. 

“O HASH11 solidifica a posição do mercado de capitais brasileiro como um dos vanguardistas nessa nova classe de ativos, que continua sendo cada vez mais adotada pelos maiores atores dos mercados financeiros mundiais, como nos casos recentes de Goldman Sachs e Blackrock,” diz.

Recentemente, a Hashdex entrou nos Estados Unidos: os fundos da gestora serão distribuídos no mercado americano através de uma parceria com a Victory Capital e com a Nasdaq.