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A transição para uma economia de baixo carbono já influencia decisões empresariais, acesso a mercados, investimentos e a gestão de riscos.
Nesse cenário, o sistema financeiro tem um papel central: ampliar alternativas de financiamento, viabilizar projetos e apoiar a adaptação dos modelos de negócio em um ambiente econômico em transformação.
Por isso, no Bradesco, a agenda climática está integrada à estratégia de negócios.
Segundo o banco, essa agenda amplia o financiamento a iniciativas alinhadas à transição para uma economia verde e fortalece o apoio a clientes – especialmente empresas de diferentes setores da economia – que estão avançando em suas jornadas de adaptação, descarbonização e eficiência.
Um dos sinais mais concretos desse movimento é o direcionamento de recursos do banco para negócios sustentáveis.
Ao longo dos últimos cinco anos, o Bradesco mobilizou R$ 350 bilhões em operações dessa natureza. Esses recursos apoiam projetos em áreas como energia renovável, infraestrutura, agricultura de baixo carbono, bioeconomia e soluções voltadas à conservação ambiental.
Em alguns casos, o banco também estrutura operações que permitem o acesso a instrumentos públicos, como o Fundo Clima, ampliando a capacidade de execução de iniciativas voltadas à descarbonização.
O financiamento é essencial para que a transição aconteça. Afinal, sem capital, projetos não saem do papel.
Mas a experiência do Bradesco mostra que recursos financeiros, por si, não são suficientes para garantir transformações estruturais: é nesse ponto que a própria natureza do banco se potencializa.
Não por acaso, dentro do Bradesco, a intermediação sempre foi vista como uma forma de conectar pontas: capital, projetos, decisões estratégicas e diferentes interesses.
Na agenda climática, essa intermediação se traduz em uma atuação mais próxima aos clientes, combinando soluções financeiras com diálogo qualificado sobre riscos, oportunidades e caminhos possíveis diante das mudanças regulatórias e de mercado.
Essa relação de parceria contribui para que as empresas avancem de forma mais consistente em suas estratégias de descarbonização, conectando objetivos de negócio a uma visão de longo prazo.
Segundo o banco, a transição não segue um único caminho. Empresas estão em estágios distintos e demandam soluções variadas.
Por isso, o Bradesco atua com um conjunto amplo de instrumentos, que inclui crédito tradicional, operações estruturadas, títulos temáticos e soluções voltadas à inovação e a projetos de longo prazo.
Entre esses instrumentos, o mercado de carbono começa a ganhar relevância à medida que o Brasil avança na construção de um ambiente regulatório mais claro.
Foi a partir dessa leitura que o Bradesco decidiu ser um dos protagonistas na criação da Ecora, certificadora brasileira de créditos de carbono, em parceria com o BNDES e o fundo EcoGreen, com apoio técnico da Aecom.
A iniciativa nasce como um investimento em capacidade futura, voltado a fortalecer a infraestrutura do mercado de carbono no Brasil.
Seu objetivo é responder a uma lacuna existente, combinando tecnologia, rigor metodológico e conhecimento dos biomas brasileiros para apoiar o desenvolvimento desse mercado ao longo do tempo.
Trata-se de um movimento estratégico para que o Bradesco esteja desde cedo na construção de estruturas que tendem a ganhar relevância à medida que o mercado regulado avance.
A atuação do Bradesco em sustentabilidade reflete uma visão de longo prazo: além do financiamento para negócios sustentáveis, o banco mantém compromissos históricos com iniciativas que contribuem para o desenvolvimento social e ambiental do país.
A Fundação Bradesco, com investimentos contínuos em educação, a parceria de longa data com a SOS Mata Atlântica, e o apoio à Fundação Amazônia Sustentável são exemplos de como o banco investe de forma consistente nos territórios e nas causas em que acredita.
Essas iniciativas reforçam uma convicção central: sustentabilidade é negócio.
Para o banco, integrar essa agenda à estratégia é uma forma de fortalecer a perenidade das operações, apoiar clientes em suas transformações e contribuir para a construção de um futuro mais resiliente.
Ao ampliar o financiamento, potencializar sua capacidade de intermediação e investir em soluções de longo prazo, o Bradesco quer reafirmar seu papel como parceiro na transição para uma economia de baixo carbono – conectando capital, estratégia e impacto real.






