O crédito está cada vez mais presente na vida dos brasileiros: ele está lá quando uma compra é parcelada no e-commerce, quando um trabalhador acessa o crédito consignado pelo celular ou quando um Pix libera recursos em tempo real. 

O que raramente se vê é a engrenagem que sustenta todas essas operações.

Por trás dessa nova dinâmica do sistema financeiro brasileiro existe uma camada pouco conhecida, mas fundamental: a infraestrutura tecnológica e regulatória que permite que empresas que não são bancos operem serviços financeiros com escala, segurança e conformidade.

É nesse espaço que atua a QI Tech. A companhia acaba de atingir um marco simbólico desse movimento: 21,2 milhões de CPFs únicos — o equivalente a 20% da população economicamente ativa do país — já acessaram algum produto de crédito viabilizado por sua infraestrutura. 

Em outras palavras, um em cada cinco brasileiros em idade de trabalho já utilizou, direta ou indiretamente, a tecnologia da QI Tech, ainda que nunca tenha visto seu nome.

A companhia atende empresas de diferentes setores (do varejo às plataformas digitais, passando por marketplaces, indústrias, serviços, bancos, gestoras, utilities e fintechs) que passaram a incorporar serviços financeiros às suas jornadas.

Crédito, pagamentos e contas deixaram de ser produtos isolados e passaram a fazer parte da experiência.

Quando um pequeno lojista consegue parcelar a compra diretamente no marketplace onde já vende; quando uma academia acessa financiamento para expandir sua estrutura por meio da própria plataforma de bem-estar que utiliza; ou quando um trabalhador recebe um crédito consignado com liquidação imediata via Pix, sem precisar ir a uma agência bancária, há uma infraestrutura operando nos bastidores para tornar tudo isso possível.

Mais do que uma extensão operacional, os serviços financeiros passaram a se consolidar como uma nova alavanca de receita para empresas de diferentes setores. Ao incorporar crédito, pagamentos e soluções financeiras às suas jornadas, essas companhias ampliam o tempo de relacionamento com seus clientes, aumentam recorrência, fortalecem fidelização e elevam o LTV (lifetime value). Na prática, o financeiro deixa de ser apenas meio de pagamento e passa a operar como um componente estratégico do negócio, capaz demonetizar o próprio ecossistema e oferecer experiências mais completas e personalizadas.

Essas empresas, no entanto, não querem se tornar bancos. O que elas buscam é operar serviços financeiros com a mesma solidez, segurança e eficiência de uma instituição bancária, sem carregar o peso operacional e regulatório de um banco tradicional.

Infraestrutura, nesse contexto, significa integrar toda tecnologia necessária, regulação, gestão de risco e operação contínua em uma única base. É uma camada que não aparece para o consumidor final, mas que precisa funcionar com precisão absoluta. Quando funciona, ninguém percebe. Quando falha, o impacto é imediato.

Fundada com a proposta de ser essa infraestrutura invisível, a QI Tech desenvolveu uma plataforma all-in-one que permite a empresas operar crédito e outros serviços financeiros de ponta a ponta. Sua tecnologia é 100% proprietária e foi construída para integrar, de forma nativa, processos que tradicionalmente exigiriam múltiplos fornecedores.

Na prática, isso significa viabilizar desde o onboarding e a análise de risco até a formalização, liquidação e administração das operações, tudo dentro de um ambiente regulado, seguro e escalável.

Esse modelo explica a rápida expansão da companhia. Apenas em 2025, mais de R$ 57 bilhões em operações de crédito foram originados por parceiros que utilizam sua infraestrutura. Ao longo do tempo, a QI Tech se consolidou também como a maior administradora e custodiante de FIDCs do País, segundo ranking da ANBIMA, com mais de R$155 bi sob administração, reforçando seu papel estrutural no mercado de capitais.

O avanço dessa infraestrutura está diretamente ligado à expansão do chamado ‘Embedded Finance’, a integração de serviços financeiros às jornadas de consumo. Nesse modelo, o crédito deixa de ser um produto apartado e passa a operar como uma funcionalidade do negócio.

Para Pedro Mac Dowell, fundador e CEO da QI Tech, o impacto da empresa vai além dos números financeiros. 

“O nosso papel é permitir que o crédito chegue a mais pessoas de forma responsável. Quando atingimos 20% da população economicamente ativa, estamos falando de milhões de brasileiros que acessaram serviços financeiros por meio de empresas que usam nossa infraestrutura. Esse impacto só é possível porque a tecnologia foi pensada desde o início para ser segura, precisa e fácil para quem está na ponta,” disse ele.

À medida que o sistema financeiro se torna mais distribuído, o papel da infraestrutura ganha centralidade. Bancos continuam essenciais, mas não são mais os únicos protagonistas. Plataformas, empresas e ecossistemas digitais passaram a operar serviços financeiros e precisam de uma base robusta para isso.

Nesse novo arranjo, a infraestrutura invisível deixa de ser um detalhe técnico e passa a ser um pilar estratégico. É ela que garante escala, confiabilidade e sustentabilidade ao crédito moderno.

A QI Tech é um dos principais exemplos dessa transformação em curso no Brasil: uma empresa que não aparece para o consumidor final, mas que já está presente na vida financeira de milhões de brasileiros, sustentando, nos bastidores, o funcionamento do novo sistema de crédito.

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