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A Vibra entregou um quarto tri com forte alta em todas as linhas do balanço e um ganho de market share – consolidando a estratégia de se tornar uma plataforma completa de soluções energéticas para seus clientes.
No quarto tri, o volume negociado pela companhia aumentou 5,4% em um ano, chegando a 9,5 mil m³. Isso fez com que a Vibra aumentasse sua participação de mercado em 0,8 ponto percentual.
No trimestre, a empresa dobrou o seu EBITDA ajustado (4T25 vs 4T24) para R$ 2,6 bilhões. A margem EBITDA ajustada ficou em R$ 251 por metro cúbico, enquanto a margem EBITDA ajustada recorrente fechou o trimestre em R$ 167/m³.
Isso resultou em um crescimento de 33% no bottom line na comparação anual, para R$ 679 milhões. O lucro líquido ajustado somou R$ 615 milhões, reforçando a solidez do desempenho no período.
O CEO Ernesto Pousada disse que os resultados financeiros e operacionais “comprovam a robustez e a capacidade de execução da companhia”.
“Tivemos crescimento consistente de margens a cada trimestre do ano. O quarto tri consolidou ainda a retomada do crescimento de market share e a expansão dos volumes comercializados,” disse Pousada.
Para completar, a empresa também conseguiu reduzir sua alavancagem de 2,7x no terceiro tri para 2,4x no período encerrado em dezembro.
A Vibra entregou um retorno total aos seus acionistas de 75%, mais que o dobro da média da Ibovespa, totalizando R$ 2 bilhões entre pagamento de dividendos, juros sobre capital e bonificação de ações.
No cenário externo, o ano de 2025 foi marcado por avanços relevantes no ambiente regulatório e no combate ao mercado irregular.
Pousada explica que, além do cerco aos devedores contumazes, a implementação da Solidariedade Tributária em estados estratégicos e a aprovação da nova Lei do RenovaBio contribuíram para um resultado mais forte da companhia.
“Quem não paga imposto e quem adultera o produto cria um ambiente artificial de competição. Isso destrói margens, desorganiza o mercado e penaliza diretamente tanto quem atua dentro da lei quanto consumidores,” disse Pousada.
Para o CEO, a consolidação das cinco avenidas de crescimento da Vibra pavimenta o caminho para um novo ciclo da empresa, de forma sustentável, até 2030.
Em postos, por exemplo, a Vibra atingiu um embandeiramento recorde com a inclusão de 404 novos postos em sua base.
A área de lubrificantes também teve um ano forte: a Vibra registrou o maior volume de vendas da história de Lubrax, que também viu sua margem EBITDA evoluir dois dígitos na comparação anual.
Para o executivo, a Vibra inicia o ano de 2026 mantendo consistência na gestão, fortalecendo a parceria com a rede e clientes e acelerando iniciativas que reforçam valor no portfólio.
“Os avanços regulatórios, aliados à execução disciplinada da estratégia e ao fortalecimento do modelo operacional, reforçam a capacidade da Vibra de dar retorno aos acionistas,” disse o CEO.






